Sinto saudades de quando era inocente e puro
De quando brincava, corria e caia de maduro
Quando corria com os amigos pela escola
E brincávamos de bafo, queimada ou de bola
Quando passava férias com meus avós
E o tempo passava mais que veloz
Dos grandes sonhos maravilhosos e belos
Como lindas borboletas em jardins etéreos
E dos namorinhos bobos de criança
E de cada dia ser como uma alegre dança
Uma dança de ciranda
Que diminuía o ritmo
A cada ano
E hoje já não danço mais
Sou um adulto e minha alegre dança
Deu lugar aos monótonos passos
Do cotidiano!

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