terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Soneto de Amor

Poema publicado no Jornal de Alumínio e um dos vencedores do Prêmio Jornal de Alumínio 2010.

Soneto de amor

Primeiro começa com um olhar de ternura
Depois vêm as cartinhas com poeminhas
E chega um momento de amargura,
Se tua amada teu amor correspondido tinhas

E chega o grande momento da verdade
Você quer ser minha namorada? Sim,
Essa é a resposta e tu és pura vaidade
Fica vermelho e dá um beijinho assim

Depois de pegar uns bons cineminhas
E de dar algumas gostosas escapadinhas
O que é inocente amor vira ardente paixão

Ela de branco e tu de gravata e terno
E então o que era dois acaba por virar um
E tu descobres a matemática do amor eterno!

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